quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Como mentir falando a verdade


Um executivo saiu do escritório e encontrou a sua secretária no ponto de ônibus enquanto caía a maior chuva. Ele parou o carro e perguntou:
- Você quer uma carona?
- Claro... Respondeu ela, entrando no carro.
Chegando ao edifício onde ela mora, ele parou o carro para que ela saísse e ela o convidou para entrar no seu apartamento.
- Não quer tomar um cafezinho, um whisky, ou alguma coisa?
- Não, obrigado, tenho que ir para casa.
- Imagine, o Sr. foi tão gentil comigo, vamos entrar só um pouquinho. Ele subiu, atendendo ao pedido da moça. Ao entrarem no apartamento, enquanto ele tomava seu drink ela foi para o quarto e voltou toda gostosa e perfumada. Depois de alguns goros, quem pode aguentar??? Ele caiu, literalmente. Transou com a secretária e acabou adormecendo.
Por volta das 4:00 hs da manhã, ele acordou, olhou no relógio e levou o maior susto.
Aí ele pensou um pouco e disse à sua secretária:
- Você me empresta um pedaço de giz?
Ela entregou-lhe o giz, ele pegou, colocou atrás da orelha e foi pra casa. Lá chegando, encontrou a mulher louca de raiva e ele foi logo contando...
- Quando saí do trabalho dei carona para a minha secretaria, depois que chegamos no prédio onde ela mora, ela me convidou para subir e me ofereceu um drink, em seguida, ela foi para o banho e retornou com uma camisola transparente e muito linda, e após vários goles acabamos indo para a cama e fizemos amor, aí dormi e acordei agora pouco...
A mulher deu um berro e falou:
- Seu mentiroso sem vergonha, estava no bar jogando sinuca com os seus amigos, nem sabe mentir, até esqueceu o giz aí atrás da orelha!


Pois é, na vida, tudo é relativo: Um fio de cabelo na cabeça é pouco, na sopa, é muito!

Recebi por E-mail.

2 comentários:

Sandra F. disse...

KKKKK pois é, se ele se justificasse de outro modo, ela acharia que o problema era mulher. O cara usou de sabedoria.

Dalinha Catunda disse...

Olá João Alberto,

Esse é o Cara!
E realmente é exímio jogador.
Usou as duas bolas.
Usou o taco.
Encaçapou.
E saiu vitorioso.
Um abraço,
Dalinha